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Diagrama de una instalación
🇵🇹 PT · 2011 · Casos de estudo

Fabrico de placas isolantes de EPS para coberturas em Portugal

Máquina instalada: Rometa 2030

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Capacidade de produção
300 un./h
Área da planta
1.000
Máquina instalada
Rometa 2030
Resumo
  • Instalação completamente nova em Portugal (2011, fábrica de 1.000 m²) para fabricar uma peça especial: placas sandwich de 60 x 60 cm com base de EPS e camada superior de betão, destinadas a abastecer toda a península Ibérica num raio de 1.200 km.
  • Máquina 2030-90 com arquitetura invertida e dupla alimentação (betão à frente, EPS atrás), sistema de corte de blocos de EPS de 6 m e carro alimentador com ventosas e controlo SCADA a posicionar a peça no molde com uma tolerância de apenas 1 mm.
  • Produção de 300 placas por hora, numa instalação 100% automática desde a entrada dos blocos de EPS até à paletização e ao embalamento final em saco.

O desafio

Em 2011, um cliente em Portugal pediu à Rometa o desenvolvimento de uma instalação completamente nova para fabricar uma peça muito específica: uma placa sandwich de 60 x 60 cm, composta por uma base isolante de EPS (poliestireno expandido) e uma camada superior de betão com espessura entre 25 e 60 mm. A sua aplicação é o isolamento de coberturas e terraços acessíveis. O objetivo era abastecer toda a península Ibérica (Espanha e Portugal) com um raio de distribuição até 1.200 km, a partir de uma fábrica de 1.000 m².

O desafio técnico consistia em fabricar duas peças por ciclo, com alimentação automática das peças de EPS, um sistema de cura integrado, paletização e um acabamento com embalamento em saco para a entrega final ao cliente.

A solução Rometa

Para responder a uma exigência tão específica, a Rometa concebeu uma solução de engenharia à medida baseada no modelo 2030-90:

Design da máquina. Fabrico de uma vibroprensa adaptada com um tabuleiro à medida de 1.300 x 700 mm.

Arquitetura invertida e dupla alimentação. Foi concebida uma máquina invertida equipada com dois sistemas de alimentação: à frente, a alimentação de betão (funcionando como uma máquina de dupla camada); atrás, um sistema de alimentação de EPS através de um paletizador com servomotores.

Processamento do EPS. A linha foi complementada com um sistema de corte para as peças de EPS, que entram originalmente em blocos de 6 metros de comprimento por 60 cm de largura.

Manipulação de precisão. Para introduzir a peça de EPS no interior do molde, foi integrado um carro alimentador equipado com ventosas e assistido por um sistema de controlo SCADA.

Redesenho da gaveta alimentadora. Para fabricar peças de betão com uma espessura tão fina (25 mm), a gaveta alimentadora foi redesenhada até conseguir uma margem de erro máxima de apenas 1 mm em toda a superfície da peça.

Central de mistura e logística de agregados. Sistema de 4 tremonhas com um ponto de descarga direta para camião e um elevador de agregados para carregar as 4 tremonhas automaticamente, otimizando o espaço e eliminando a necessidade de armazenamento adicional.

O resultado

O resultado é uma instalação industrial 100% automática e completamente nova, desde a entrada dos blocos de EPS de 6 metros até à paletização e ao embalamento final das placas, prontas para distribuição comercial. A linha alcança uma produção de 300 placas por hora.

Fotos da instalação

A máquina instalada, o processo e o produto final, em imagens.

Vista exterior da central de mistura com as 4 tremonhas de agregados, o elevador e os silos de cimento da instalação de placas EPS em Portugal.
Placas sandwich de EPS e betão terminadas a saírem pelo tapete da instalação 2030-90 em Portugal, com a estrutura da máquina Rometa ao fundo.
Detalhe de uma placa sandwich terminada, mostrando a camada de EPS azul e a camada superior de betão que a compõem.

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